A categoria petroleira da Unidade da Amazônia (AM) manifestou indignação após a divulgação da “primeira reunião”, realizada em 7 de maio, com a gestão da unidade por parte do sindicato que tenta, por meio um golpe judicial, questionar a histórica representação do E&P no estado.
O ato de se apresentarem como representantes de uma base que não os elegeu, somado à pauta do encontro, levanta sérios questionamentos. Em particular, a presença de um dos “sindicalistas” que participou da reunião é notável, já que a pressão pela nomeação dele para Gbase de Urucu foi o grande foco de “luta” dos golpistas nos últimos anos — desde que foram transferidos da Reman para a AM.
Seria este tema não o verdadeiro foco dos “pontos administrativos da transição” discutidos com a Petrobras, evidenciando uma busca por interesses individuais em vez de coletivos? Alguém reparou que não houve sequer divulgação dos assuntos pautados pelo sindicato ou a resposta por parte da Petrobras? Por que tanto sigilo?
Por outro lado, a postura histórica do Sindipetro Amazônia/FNP é de total transparência e coerência: foco nas lutas, nas conquistas da categoria e na rejeição a que a entidade sindical sirva de trampolim para cargos na direção da Petrobras. Chamamos a categoria petroleira do Amazonas a permanecer unida e organizada contra os golpista sindicais da FUP.




